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2 de julho de 2015

Cobit (Control Objectives for Information and Related Technology)

Cobit (Control Objectives for Information and Related Technology) é um framework de governança de TI que auxilia uma empresa a ter uma governança de TI mais controlada. Ele serve de referência e não é uma solução pronta, precisa ser adaptado ao negócio para atender as necessidades. Ele independe das plataformas adotadas por uma empresa. Pode-se usar somente alguns controles e não todos.
O Cobit está na versão 4.1. Ele possui 4 domínios: Planejamento e Organização, Aquisição e Implementação, Entrega e Suporte e Monitoração e Avaliação. Dentro desses 4 domínios, existem 34 processos. Dentro desses 34 processos, há 210 objetivos de controle.

Falando um pouco sobre cada domínio:

  • Planejamento e organização: é o domínio que utiliza a informação e a tecnologia e verifica como isso poderá ser usado para que empresa atinja os objetivos. Também deixa claro que a forma organizacional e a infraestrutura de TI devem ser levadas em consideração para que se atinjam os resultados esperados.
  • Aquisição e Implementação: é o domínio que define as soluções de TI. Identifica, adquire ou desenvolve, implementa e integra a tecnologia aos processos de negócios. A manutenção dos sistemas também são feitas nesse domínio para garantir que tudo continue atendendo os objetivos.
  • Entrega e Suporte: é o domínio que entrega as tecnologias da informação. Verifica também as aplicações e seus resultados e ainda os processos de suporte.
  • Monitoração e Avaliação: é o domínio que mantém as tecnologias. Ele avalia se o sistema atual ainda é suficiente para que a empresa atinja os objetivos e controla os requisitos para atender objetivos regulatórios.


Em resumo, o COBIT tem o objetivo de controlar os processos de TI e de negócio mas não apresenta uma solução clara. O COBIT diz o que deve ser feito mas não diz como deve ser feito.

25 de junho de 2015

Governança de Tecnologia da Informação

Governança de Tecnologia da Informação é um ramo da governança coorporativa. Ela garante que o TI sustente e melhore a estratégia e os objetivos da organização. A Governança de TI está relacionada ao desenvolvimento de um conjunto estruturado de competências e habilidades estratégicas para profissionais de TI responsáveis pelo planejamento, implantação, controle e monitoramento de programas e projetos de governança, requisito fundamental para as organizações, tanto pelos aspectos operacionais, como pelas implicações legais. Com isso, busca atender à necessidade crescente das organizações de otimizar a aplicação de recursos, reduzir os custos e alinhar o setor de TI às suas estratégias de negócio.

A Governança de TI tem o papel de criar estes controles de forma que a TI trabalhe de uma maneira mais transparente possível.


Benefícios da Governança de TI:

  • Confiabilidade;
  • Garante controle efetivo;
  • Minimiza riscos;
  • Amplia o desempenho e os processos de segurança;
  • Auxilia os colaboradores a testar algumas decisões antes de colocá-las em prática, o que possibilita antecipar os problemas e arquitetar soluções;
  • Automatiza e otimiza tarefas específicas;
  • Reduz custos e agrega valor ao negócio, pois com processos e atividades adequados, a organização terá economia de tempo e dinheiro.


Governança de Tecnologia da Informação e os Marcos Regulatórios



Os marcos regulatórios são um conjunto de normas e leis que regulam o funcionamento de um determinado setor onde empresas privadas prestam serviços públicos. Por exemplo telefonia. Empresas privadas, chamadas de operadoras de telefonia, prestam um serviço público aos cidadãos. Para organizar esses serviços, foram criados os marcos regulatórios. A anatel regula as operações de telefonia no Brasil.


Há também o acordo de Basileia. O acordo de Basileia foi criado com a intenção de oferecer diretrizes para adequação de capital em bancos. Basileia, na Suíça, foi escolhida a cidade sede para encontros de representantes financeiros, ela não foi escolhida a toa, foi pelo fato de a cidade ficar num ponto estratégico entre países importantes e muito ricos. Basileia I entrou em vigor em dezembro de 1988, nessa primeira parte foram cumpridos tais regulamentos, mas não foram atendidos de forma esperada. Houveram falhas e impasses. Em 2004 foi estabelecido a Basileia II, que propunha regulamentos melhorados que os bancos deveriam cumprir. Em 2010 foi entrou em vigor a Basileia III e segue seus preceitos financeiros para que o banco não perca seus direitos e dinheiro.

A lei Sarbanes-Oxley, foi assinada em 2002 pelo senador Paul Sarbanes e deputado Michael Oxley. É conhecida como Sarbox ou ainda SOX, foi criada com objetivo de evitar inseguranças por parte de empresas que não cumpriam suas obrigações e ainda acabavam afetando outras empresas por fraudar informações. Com isso foi criado também órgãos que fiscalizam as empresas para ver se realizam sua obrigações corretamente e de forma adequada, como a lei estabelece.

23 de junho de 2015

Governança Corporativa.

Governança corporativa são todos os processos, costumes, políticas, leis e instituições que são usados para fazer a administração de uma empresa. Seria todo o conjunto de ações, pessoas e procedimentos que fazem a empresa funcionar. Engloba também os interesses do acionistas, funcionários, administradores e fornecedores.

Objetivos da Governança Corporativa

A Governança Corporativa tem como principal objetivo recuperar e garantir a confiança dos acionistas em uma empresa. Ou seja, ela cria vários procedimentos com a finalidade de incentivar e monitorar o comportamento dos executivos para que eles sempre estejam de acordo com os interesses dos acionistas.


Existem 8 características que definem uma "boa governança":
  1. Participação
  2. Estado de direito
  3. Transparência
  4. Responsabilidade
  5. Orientação por consenso
  6. Igualdade e inclusividade
  7. Efetividade e eficiência
  8. Prestação de contas
A boa governança corporativa contribui para o desenvolvimento da empresa, proporcionando melhorias e aumento de capital. Por esse motivo, torna-se tão importante
ter uma boa governança corporativa.
 

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